Prefeituras fecharão as portas em protesto nos próximos dias 16 e 17 de outubro

Reunidos na sede da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES) no dia 11 de outubro de 2017, prefeitos sergipanos decidiram, por unanimidade, deliberar diversas ações para minimizar os efeitos da crise financeira enfrentada por todas as cidades do Estado.

Entre as medidas aprovadas está o fechamento das Prefeituras nos próximos dias 16 e 17 de outubro (segunda e terça-feira), dessa vez como forma de protesto pela atual política econômica que menospreza a saúde financeira dos municípios. Nestes dois dias, só funcionarão as escolas e as unidades de saúde.

Reunidos na sede da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES) no dia 11 de outubro de 2017, prefeitos sergipanos decidiram, por unanimidade, deliberar diversas ações para minimizar os efeitos da crise financeira enfrentada por todas as cidades do Estado. Entre as medidas aprovadas está o fechamento das Prefeituras nos próximos dias 16 e 17 de outubro (segunda e terça-feira), dessa vez como forma de protesto pela atual política econômica que menospreza a saúde financeira dos municípios.

Nestes dois dias, só funcionarão as escolas e as unidades de saúde.   Além do atual cenário econômico, estão o excesso de despesas, a estagnação das receitas e o subfinanciamento dos programas federais, com sua execução sem segurança jurídica.

O aumento de gastos de pessoal com os pisos nacionais, como por exemplo, o piso do magistério, é outra grave dificuldade para as gestões municipais, sendo que a maioria está ultrapassando o limite de 52% de gastos com o pessoal.

Na próxima semana, liderados pela FAMES, os prefeitos irão a Brasília para participar na terça-feira, 17, da reunião da bancada federal, onde apresentarão as reivindicações e as dificuldades que estão enfrentando. Os gestores também terão um encontro com o líder do Governo no Congresso, deputado federal André Moura, para apresentar medidas que amenizem a crise financeira.

Os  prefeitos entendem que o fechamento é uma última medida a ser tomada, mas que o atual quadro exige uma posição firme em defesa dos municípios, cuja população e servidores estão sendo vítimas dessa discriminação que vem acontecendo com as finanças municipais.

 

Fonte: Ascom FAMES

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