Morre no HUSE a criança atropelada por fusca no Conjunto João Alves

Desespero e revolta para os familiares da criança atropelada no canteiro lateral da Avenida Coletora do Conjunto João Alves em Nossa Senhora do Socorro, dia 1 de setembro. Por volta das 02h da madrugada desta quarta-feira, dia 11, o Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE) informou ao pai da criança, que sua filha tinha falecido por morte cerebral.
A menina de 3 anos de idade, Joana Vitória Santos Alves, tinha passado por alguns procedimentos cirúrgicos e permanecido entubada até o início da madrugada, quando não resistiu e veio a óbito.

A menina foi atropelada no início da noite do dia 1 de setembro, quando a mãe dela tinha ido levar uma amiga até o ponto de ônibus, quando de repente, surgiu um fusca desgovernado, de cor branca, placa HZJ 5442 que estava sendo conduzido por uma mulher, que ao perder a direção do veículo atropelou a menina que estava no passeio lateral da pista.
Com o impacto, a menina foi projetada a quase 15 metros de distância. O fusca, cruzou a área verde da pracinha e só parou depois de bater em um muro do outro lado da pista.

Dentro do carro, além da motorista que não teve o seu nome revelado existiam mais três mulheres que uma delas ligou para um homem que chegou de moto e levou a motorista para um lugar indeterminado.
Depois esse mesmo homem, retornou para local do acidente com intuito de pegar mais pessoas, foi quando ele foi segurado pela população e encaminhado para delegacia juntamente com as outras três mulheres.

De lá pra cá, os familiares da criança clamavam por justiça e cobravam da polícia a prisão da mulher que conduzia o fusca. Já que o rapaz da moto que a escondeu sabia do seu paradeiro e a mesma poderia ser presa em flagrante, o que não aconteceu.

Em busca de uma resposta e providências sobre caso, o senhor José Alves, pai de Joana Vitória esteve na 5a Delegacia Metropolitana do Conjunto João Alves, em Nossa Senhora do Socorro. Lá ele foi ouvido por um escrivão que teria dito que caso seria encaminhado à justiça.

A pergunta que não quer calar: será que os policiais militares que atenderam a ocorrência foram em busca de deter ou prender a motorista? Com a palavra, as autoridades competentes.

Por: www.imprensa1.com

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