Seis deputados usam a tribuna da ALESE para destacar diversos assuntos

Na sessão plenária desta quinta-feira, 31, o deputado estadual Georgeo Passos (Cidadania) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) para cobrar esclarecimentos, dos órgãos competentes, sobre os Projetos de Lei nº 12/2019 do Tribunal de Contas da União (TCU) e do PL nº 232/2019, do Ministério Público do estado (MPE), de como ficará os vencimentos dos servidores efetivos em caso de aprovação da lei, bem como, o impacto financeiro dos órgãos.

Gilmar Carvalho (PSC) apontou como “vergonhosa” a atitude de alguns promotores e procuradores do Ministério Público de Sergipe de disputarem interesses pessoais, em vez de lutar por melhores dias do povo de Sergipe.

Já a deputada Goretti Reis (PSD) agradeceu a todos que participaram da Campanha Outubro Rosa e propôs fazer uma solenidade para entregar dos laços arrecadados às instituições. Seguindo a mesma linha de pensamento da colega Goretti, a deputada estadual Maria Mendonça falou sobre o Projeto de Lei nº 8.176, que institui no calendário oficial de Sergipe o mês Novembro Azul. “Assim como o Outubro Rosa, o Novembro Azul também deve ser dedicado a conscientização da saúde do homem”, colocou.

Na oportunidade, a Maria Mendonça (PSDB) convidou a todos para participarem de solenidade, na próxima segunda-feira, 04, às 15 horas, no plenário da Casa Legislativa para tratar do assunto com profissionais renomados da área da saúde.

Para tratar sobre o fechamento da maternidade de Capela, a deputada estadual Kitty Lima (Cidadania) destacou a falta de diálogo por parte do governador Belivaldo Chagas sobre a questão.

Sobre as acusações da colega Kitty Lima, o líder da bancada governista Zezinho Sobral (PODE) afirmou que pode existir outras necessidades, mas falta de diálogo não existe, uma vez que a parlamentar já foi atendida por diversas vezes.

Por fim, o deputado estadual Ibrain Monteiro (PSC) ocupou a tribuna da Casa Legislativa para denunciar que crianças de uma creche da cidade de Lagarto foram abusadas sexualmente pelo vigilante da instituição e os coordenadores da unidade pediram que as mães omitissem as informações.

Reprodução: www.imprensa1.com

Por: Kelly Monique Oliveira – Rede Alese

Fotos: Jadilson Simões  e Ascom 

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